
O perigo não está na esquina. O perigo já está dentro das empresas. Não é a esquina que ameaça, é o comportamento no atendimento.
Robôs que não resolvem. Atendentes impacientes, não sabem ouvir. Processos que não se conectam. O cliente não encontra acolhimento. Encontra barreiras.
Cada falha não é apenas um erro técnico. É um ataque direto à confiança. É um golpe contra a dignidade. É a prova de que o cliente virou número.
Os mais vulneráveis
Os idosos são os primeiros a cair nesse abismo. Não dominam o mundo digital. Precisam de paciência, de respeito, de acolhimento. Quando isso falta, não se perde apenas uma compra. Perde-se a dignidade de quem confiou sua vida a uma instituição.
O papel das empresas
Bancos e empresas precisam acordar. Treinar não apenas em processos. Treinar em empatia. Treinar em humanidade. Cada salário pago no fim do mês existe porque um cliente escolheu confiar. Esquecer isso é cuspir no prato que se come.
O chamado urgente
Chega de desculpas. Chega de indiferença. Chega de transformar atendimento em campo de batalha. A dignidade humana não é detalhe. É o centro.
No artigo anterior começamos afirmando: Respeito não é favor – É DIREITO! Aqui reafirmamos: esse direito não pode ser negligenciado pela obsessão tecnológica. Automatizar sem humanidade é empurrar todos para o abismo da indiferença. Sem empatia, não há futuro para nenhuma empresa.
PODCAST

2. Quais os riscos da desumanização digital para os consumidores idosos?
3. Por que a empatia é fundamental para o sucesso das empresas?
