Terapia avançada com laser reposiciona tratamento de estrias e amplia busca por soluções menos invasivas

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Após atualização internacional em Paris, dermatologista Natália Venturelli aponta nova geração de protocolos que estimulam regeneração da pele com mais precisão e menor tempo de recuperação

As estrias seguem entre as principais queixas nos consultórios dermatológicos, atingindo homens e mulheres em diferentes fases da vida. Ligadas a fatores como crescimento acelerado, gestação, oscilações de peso e alterações hormonais, elas ainda carregam impacto estético e emocional relevante. Agora, uma nova geração de terapias avançadas com laser começa a mudar o padrão de tratamento, com protocolos mais modernos, personalizados e menos invasivos.

A dermatologista Natália Venturelli, que participou neste ano como palestrante do evento internacional NEAUVIA, em Paris, afirma que a tecnologia tem elevado o nível de resposta clínica ao atuar diretamente na remodelação da pele. Segundo ela, os equipamentos mais recentes permitem estimular colágeno, reorganizar fibras elásticas e melhorar textura, coloração e profundidade das estrias com maior controle terapêutico.

“Hoje não falamos apenas em suavizar estrias, mas em promover regeneração cutânea de forma estratégica. Os lasers modernos entregam energia em pontos específicos da pele, criando microzonas de estímulo que ativam reparação tecidual sem comprometer toda a superfície”, explica Natália.

O avanço é especialmente relevante porque estrias antigas e esbranquiçadas, historicamente mais difíceis de tratar, passam a responder melhor quando combinadas a protocolos individualizados. Já as estrias avermelhadas, em fase inicial, tendem a apresentar evolução ainda mais rápida quando tratadas precocemente.

Para Natália Venturelli, um dos principais diferenciais atuais está na personalização. “Cada pele responde de uma forma. Avaliamos fototipo, profundidade da lesão, tempo de surgimento e sensibilidade cutânea para definir intensidade, número de sessões e associação com bioestimuladores ou drug delivery. O tratamento deixou de ser padronizado”, diz.

Além do ganho estético, a especialista observa crescimento da procura por procedimentos com menor afastamento da rotina. Em vez de intervenções agressivas, pacientes buscam alternativas que permitam retorno rápido ao trabalho e às atividades sociais, tendência que favoreceu a expansão dos lasers fracionados e tecnologias híbridas.

Outro ponto destacado pela médica é a mudança de perfil do público. Se antes a demanda era majoritariamente feminina, hoje homens também procuram correção de estrias relacionadas a ganho de massa muscular, emagrecimento e variações corporais intensas.

“Existe uma percepção maior de autocuidado entre os homens e uma compreensão mais realista sobre tratamento dermatológico. Não se trata de apagar totalmente a marca, mas de melhorar muito a aparência e devolver segurança ao paciente”, afirma.

Segundo Venturelli, sua participação como palestrante no congresso em Paris reforçou uma tendência global: combinar tecnologia com protocolos regenerativos e acompanhamento individual. “O futuro da dermatologia estética está em tratamentos inteligentes, que respeitam a biologia da pele e entregam resultados progressivos, naturais e sustentáveis”, conclui.

Com a evolução dos equipamentos e técnicas, a terapia avançada com laser se consolida como uma das frentes mais promissoras para redução de estrias transformando uma demanda antiga em um mercado cada vez mais sofisticado.

Para maiores informações acessar:
Instagram: @clinicaventurelli, @metodoventurelli e @dranataliaventurelli

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