Com juros em trajetória de queda e migração de capital da bolsa para o tijolo, FR Prime Imóveis aponta os próximos meses como ponto de virada
O mercado imobiliário brasileiro entra em 2026 com um cenário que não se via há anos. A taxa Selic, que encerrou 2025 em 15% ao ano, iniciou trajetória de queda gradual e deve chegar ao fim deste ano próxima de 12%, segundo projeções do Boletim Focus e das principais consultorias de mercado. Para o investidor imobiliário, o movimento significa algo direto: o custo do crédito está caindo, a demanda está se aquecendo e os preços tendem a subir antes que a maioria perceba.
A leitura que circula entre grandes players do setor é de que 2026 pode ser o ano de um novo salto imobiliário no país, depois de um ciclo longo de juros altos que travou decisões e segurou operações. A intenção de compra de imóveis bateu a marca histórica de 50% da população, o maior índice já registrado pela Brain Inteligência Estratégica. Na prática, um em cada dois brasileiros manifesta desejo de adquirir uma propriedade no curto ou médio prazo. O efeito dessa demanda sobre os preços é conhecido e costuma aparecer primeiro nas praças mais líquidas.
Ao mesmo tempo, acontece um movimento silencioso que reforça ainda mais a tese. Com o Ibovespa em patamares históricos, investidores realizam lucros na bolsa e passam a buscar ativos reais para proteger o capital. É o chamado efeito riqueza, que faz o dinheiro migrar da renda variável para o tijolo, especialmente em ciclos de queda de juros, quando renda fixa perde atratividade. A soma desses vetores desenha um quadro raro: crédito reabrindo, poupança saindo do CDB, capital estrangeiro atento e compradores retomando posição no mercado.
Para o investidor que já entendeu o movimento, a questão não é mais se o mercado vai reagir, é quanto tempo ainda resta para entrar antes que os preços reflitam o novo cenário. Quem se posicionar nos próximos meses, com operação estruturada e ativo certo, tende a capturar a valorização do ciclo inteiro. Quem esperar o mercado já aquecido, entra pagando mais caro pelo mesmo imóvel.
“O investidor que age agora não está apostando em uma tendência, está entrando em um ciclo que já começou. A janela de preço, crédito e oportunidade nem sempre se alinha como agora, e esse tipo de momento não se repete com frequência”, afirma Flávio Ribeiro, CEO da FR Prime Imóveis.
O amadurecimento do mercado tem mostrado que os investidores mais bem posicionados são aqueles que combinam leitura de ciclo, escolha precisa do ativo e execução rápida. A FR Prime Imóveis, que atua em São Paulo com operação integrada em crédito, curadoria de imóveis e gestão, acompanha o movimento e orienta investidores de outros estados e do exterior que já começaram a se posicionar antes do mercado consolidar o ciclo.

